Coração pede alforria
parto na esperança de um
novo porvir.
De ti levarei as
lembranças
bálsamo que agasalhará o
meu ser
quando na inércia
repousar.
Apegar-me-ei ao amor
aprazível
esculpido sem disfarces
sem máscaras.
Coroarei minhas noites
solitárias
no ainda sentir do toque
efêmero de tuas mãos
que por tantas vezes me
transportaram
ao labirinto do prazer.
Caminharei rumo ao
desconhecido
Levando emoções
emergidas
Pela cumplicidade dos
amantes
nos momentos
ensandecidos.
Apaziguarei minhas
tormentas
com uma certeza
um grande amor nunca
morre
apenas adormece.
Não permitirei que
caia no esquecimento.
Farei deste amor
a página mais sublime na
história de minha vida.
E,
quando sentir saudades,
refrigerarei a minha
alma
no derramar das lágrimas
contidas
Com a plena convicção
de que os sonhos não
morrem,